De acordo com o texto, “Neopets” não pode ser considerada
uma rede social, ainda que permita a interação entre seus membros (devidamente
representados por seus bichinhos virtuais) essa não é nem de longe um dos
principais objetivos do site, muito menos um ponto obrigatório para usufruir de
tudo que o site tem a oferecer através de sua jogabilidade e do mundo alternativo
que se abre diante dos membros. O site conta ainda com um fórum voltado para
interação entre os membros, mas por conta da faixa etária da maioria dos
usuários, muitos assuntos e discussões não são permitidos, restringindo ainda
mais as interações possíveis.
Segundo Reis e Paiva (2014, p.1), estamos "incorporando a 'zueira' teórica".
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Neopets, neoamigos?
Posted on 1:29 AM by Maggie Paiva
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Vkontakte: fria como a Rússia
Posted on 12:11 AM by Unknown
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Analisando essa querida rede social para uma atividade da disciplina, me deparo com uma interface de facebook e compartamento de orkut que não me agrada.
Talvez pela falta de amigos para compartilhar - porque não encontrei amigos usando - não tive o que interagir e com quem. Porém, ressalto alguns pontos nessa passagem breve: a mistura de interfaces deixa o ambiente limpo, porém, as funcionalidades são tão poucas que assustam. Não há feed de notícias e o usuário posta conteúdo para ser compartilhado com os outros amigos. O link my friends seria o feed usual.
Como ressalva positiva está o menu my music, no qual são disponibilizadas músicas completas de diversos ritmos e locais do mundo. Russos sendo russos e burlando alguma lei de direitos autorais.
No mais, a rede social é legal para você que curte ficar longe do mundo e ser russo por alguns momentos.
Ah... ia me esquecendo. Baseados em Recuero (2004), esse site de rede social apresenta algumas considerações importantes como "ferramentas de interação variadas, tais como
sistemas de fóruns para comunidades, envio de mensagens para cada perfil, envio de mensagens para comunidades, amigos e amigos de amigos (normalmente utilizadas para spam)". Mas, em primeira análise o vkontakte não seria uma rede social pois, mesmo apresentando relações entre usuários, elas podem ser falsas, como escreve a autora:
"A maioria dessas conexões é falsa no sentido de que não apresenta nenhum tipo de interação social e, portanto, não é representativa no sentido de demonstrar a existência de uma rede social".
Talvez pela falta de amigos para compartilhar - porque não encontrei amigos usando - não tive o que interagir e com quem. Porém, ressalto alguns pontos nessa passagem breve: a mistura de interfaces deixa o ambiente limpo, porém, as funcionalidades são tão poucas que assustam. Não há feed de notícias e o usuário posta conteúdo para ser compartilhado com os outros amigos. O link my friends seria o feed usual.
Como ressalva positiva está o menu my music, no qual são disponibilizadas músicas completas de diversos ritmos e locais do mundo. Russos sendo russos e burlando alguma lei de direitos autorais.
No mais, a rede social é legal para você que curte ficar longe do mundo e ser russo por alguns momentos.
Ah... ia me esquecendo. Baseados em Recuero (2004), esse site de rede social apresenta algumas considerações importantes como "ferramentas de interação variadas, tais como
sistemas de fóruns para comunidades, envio de mensagens para cada perfil, envio de mensagens para comunidades, amigos e amigos de amigos (normalmente utilizadas para spam)". Mas, em primeira análise o vkontakte não seria uma rede social pois, mesmo apresentando relações entre usuários, elas podem ser falsas, como escreve a autora:
"A maioria dessas conexões é falsa no sentido de que não apresenta nenhum tipo de interação social e, portanto, não é representativa no sentido de demonstrar a existência de uma rede social".
sábado, 13 de setembro de 2014
Não somos mais os mesmos
Posted on 10:40 AM by Unknown
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Durante meu crescimento, era costume minha mãe falar: - Filha, se concentre em apenas uma coisa. Essa era uma realidade não muito distante, onde fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo era algo permissivo e atrapalha seu rendimento.
Atualmente as coisas mudaram. Já não fazemos apenas uma coisa tranquilamente. Jogamos nossa atenção para diversos fluxos, diversas atividades simultaneamente e isso pode não ser tão interessante para nosso querido amigo cérebro.
A partir desses pontos o autor Nicholas Carr em seu livro The Shallows: What the Internet Is Doing to Our Brains aborda essas considerações e também como essa multiplicidade de atividades e pontos de observação vêm alterando a funcionalidade do nosso cérebro.
Por Maggie Paiva
Atualmente as coisas mudaram. Já não fazemos apenas uma coisa tranquilamente. Jogamos nossa atenção para diversos fluxos, diversas atividades simultaneamente e isso pode não ser tão interessante para nosso querido amigo cérebro.
A partir desses pontos o autor Nicholas Carr em seu livro The Shallows: What the Internet Is Doing to Our Brains aborda essas considerações e também como essa multiplicidade de atividades e pontos de observação vêm alterando a funcionalidade do nosso cérebro.
Por Maggie Paiva
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Por que nosso cérebro não é mais o mesmo?
Posted on 12:24 AM by Unknown
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Por Lucas Bernardo
De uns tempos para cá nossa percepção sobre as coisas e atitudes diante das tarefas têm mudado.
Já não fazemos apenas uma atividade por vez, enquanto escrevo este texto, acesso páginas pelo browser, ouço minha playlist de músicas, enfim, navego. Essas atividades complementam meu conhecimento, porém, até onde elas são favoráveis para nosso querido amigo cérebro?
Essa pergunta é o norte do livro The Shallows: what the internet is doing with our brains do jornalista Nicholas Carr.
Um certo tom de pessimismo marca a descrição do 1º capítulo Hal and me. Pois bem, apresentando um perfil de como costumava utilizar as tecnologias a seu favor, o autor percebe o quanto elas estão alterando seu dia-a-dia, desde as questões mais simples, como navegar na internet, desde as mais complexas, como tabular uma planinha do Excel.
Como falado anteriormente, não focamos em apenas uma atividade. Sempre nos atemos em outras nuances, em resolver outros problemas em detrimento de apenas um de maneira eficiente. Esse é o cerne da discussão de Carr.
sábado, 6 de setembro de 2014
"We're lost in time, like tears in rain"
Posted on 1:48 AM by Unknown
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| Mega cidades ciberpunks ou seriam nossas cidades atuais? |
Tristeza, grandes metrópoles e seres humanos no seu constante conflito entre sua natureza e a virtualidade. Podemos dizer que essas são as tags quando falamos em Cyberpunk, um termo que envolve diversos conceitos em diversas frentes, como alguns exemplos à seguir: revistas em quadrinhos, RPGs, games, ideário do livre fluxo da informação, ciberativismo, ciberfeminismo, defesa dos direitos do ciberespaço, movimentos de software livre, open source, jornalismo colaborativo, entre outros.
Fenômeno típico do universo midiático dos anos 80, esse termo aparece para designar um movimento literário no gênero da ficção científica, nos Estados Unidos, unindo altas tecnologias e caos urbano, sendo considerado como uma narrativa tipicamente pós-moderna.
Outra usabilidade é sua designação para os ciberrebeldes, underground da informática, com os hackers, crackers, phreakers, cypherpunks, otakus, zippis.
Dos pontos apresentados, sem dúvida, o mais conhecido e generalizado pelas mídias de massa é o da literatura. A alcunha foi primeiramente usada pelo escritor norte-americano Bruce Bethke em sua short-story homônima (...) mas seu uso foi popularizado alguns meses mais tarde pelo jornalista do Washington Post, Gardner Dozois no seu artigo de 30 de dezembro de 1984, Ficção Científica nos anos 80.
O gênero
Como gênero, resguarda em suas características a fusão homem-máquina, o implante de memórias, a ideia de superação da carne pela mente, a dissolução do real e simulação (...), a metrópole soturna e o estilo technoir.
O universo põe em conjunção o reino da tecnologia de ponta, da acionalidade da hard science, por um lado, e do subterrâneo, do poder ditatorial de megacorporações, de inteligências artificiais, de vírus e do caos urbano, por outro.
Alguns exemplos: nos quadrinhos Homem Aranha 2099, Akira, Judge Dredd; em filmes como Blade Runner, Tron: uma odisseia eletrônica, Matrix.
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| Mega City One: a representação de uma cidade que consume à todos |
Seu nome pode ser compreendido como o reconhecimento em implicações de um mundo cibernético
no qual a informação gerada por computador e manipulada torna-se uma nova fundação da realidade e demonstrar a sua atitude alienada e às vezes cínica com a autoridade e o estabelecimento de todos os tipos.
Timothy Leary defendia o cyberpunk como uma atitude em relação ao mundo contemporâneo e à Sociedade da Informação. Um comportamento que explora a criatividade individual através do uso de todas as informações e dados disponíveis via tecnologia.
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| Homem Aranha 2099: produtos culturais diversos se apropriam da estética cyberpunk |
Larry McCaffery explicita as relações entre o punk e o cyberpunk, comentando que os últimos se apropriaram de aspectos específicos da iconografia, estética e ênfases temáticas punks e as incorporaram em sua ficção.
O punk e o cyberpunk usam a tecnologia como uma arma contra ela mesma e tentam reduzir o controle de sua forma a partir dos efeitos da indústria da midia e restabelecer um senso de ameaça, de intesidade.
Sem dúvida, ao contrário da morte anunciada desta cibercultura, o legado do cyberpunk encontra-se mais próximo do que imaginamos. Sua estética, mobilidade afeta e desenvolve as novas mídias e movimentos sociais e até ciências como a biotecnologia.
Talvez nem tudo esteja perdido no tempo, nem tudo torne-se lágrimas na chuva.
Lucas Bernardo Reis
Me ajudaram:
A ficção cyberpunk em outras mídias: uma análise de Akira e Cidade Cyber por Rodolfo Rorato Londero
Ficção científica cyberpunk: o imaginário da cibercultura por André Lemos
Visões perigosas: para uma genealogia do cyberpunk por Adriana Amaral
Cyberbullying: Violência adaptada
Posted on 12:05 AM by Maggie Paiva
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Foi-se o tempo em que bullying era algo
praticado apenas no ambiente real, com agressões físicas ou verbais, num
cantinho da escola, da rua, ou da própria casa. Com o advento da internet e
tantas coisas se adaptando ao mundo virtual, surgem novos termos e novas formas
de praticar coisas que só fazíamos pessoalmente. Entre todos, surge também o cyberbullying, a mesma violência, mas nua nova forma de agredir, sendo até
mesmo muito mais pesada em alguns casos, com consequências quase sempre
desconhecidas, que acabam por tomar caminhos realmente drásticos.
Para entender o cyberbullying, é
necessário conhecer sua origem, o sempre tão polêmico bullying. Segundo a
Revista Escola, o bullying “é uma
situação que se caracteriza por agressões
intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais
alunos contra um ou mais colegas”, o termo não tem uma tradução para o
português (a palavra bully significa valentão), mas define formas de tirania e
opressão praticada principalmente por crianças e adolescente em escola, onde
uma pessoa ou um grupo, intimida ou ameaça uma outra pessoa, gerando medo,
insegurança e outras marcas.
Nos
últimos anos, mais estudos tem sido feitos sobre esse tipo de violência, sobre
sua definição e o que de fato o caracteriza, na tentativa de compreender melhor
o termo e assim poder combate-lo, mas apesar de todos os esforços, campanhas e
tentativas de conscientização, o bullying ainda é uma das violências que mais
cresce, mesmo por não existir definição e caracterização exatas, os casos nem
sempre são reconhecidos, as punições não são devidamente e aplicadas e, em
muitos casos, quando o são, já é muito tarde.
Como
primeira definição, o cyberbullying nada mais é que uma versão virtual da
violência praticada aqui fora, mas a verdade é que a questão é bem maior que
isso, as adaptações provocadas por essas mudanças aliadas às características da
internet têm aumentando significantemente as proporções que muitos casos tomam,
a violência, que já foi tanto taxada de brincadeira inocente, está se tornando
de fato perigoso e até mesmo tirando vidas.
O
cyberbullying, que ficou conhecido como um bullying melhorado é o ato de
difamar, ridicularizar ou humilhar pessoas através da internet, utilizando
ferramentas oferecidas pela mesma e fazendo uso de características que deveriam
ser usados para coisas mais produtivas, por assim dizer. Como por exemplo, a
facilidade de se manter anônimo, os cyberbullies (os “valentões da internet”)
podem agredir uma pessoa online sem se identificar, o que dificulta a punição,
embora seja possível descobrir a identidade da pessoa anônima através de
investigação, essa uma medida que geralmente só é tomada em casos que passaram
dos limites, sem definir realmente o que significa passar dos limites quando o
assunto é esse.
Além
disso, uma difamação/humilhação feita pela internet, através de blogs, redes
sociais, e-mail e etc., toma maiores proporções, as pessoas tomam conhecimento
numa velocidade muito maior, a “brincadeira” atinge os familiares da vítima,
amigos e de forma muito pior a própria vítima, a exposição que ela sofre, tendo
algo vergonhoso a seu respeito sendo lido e observado por pessoas do mundo todo
(tamanha é a velocidade a abrangência que algo na internet pode chegar) é
assustadora, a vítima nunca está preparada para algo do tipo e muitas vezes a
pressão é insuportável, visto ainda que as “brincadeiras” feitas online causam
efeitos na vida da pessoa, alterando seu convívio, sua personalidade, sua forma
de agir e de lidar com os problemas.
Em geral,
os efeitos do cyberbullying são semelhantes aos do próprio bullying em si, mas
as proporções que as humilhações atingem no meio virtual pioram muito a
situação daqueles que são vítimas da prática. A possibilidade do anonimato,
anteriormente citada, também possibilita o aumento da quantidade e da perversão
com que são usadas as mentiras, imagens e difamações para com outra pessoa.
O assunto
pode ser novo, mas a prática é antiga e tem sido mais adaptada do que qualquer
outra coisa e gerado polêmicas controvérsias e casos que geram muita
repercussão e trazem à tona as discussões sobre o assunto a cada vez que
aparecem na mídia. Um dos casos mais famosos de cyberbullying que fugiu do
controle e repercutiu no mundo inteiro foi o caso da adolescente canadense Rehtaeh Parsons. A jovem foi vítima de um estupro por quatro
rapazes, em 2011, com apenas 15 anos, os agressores filmaram e fotografaram a violência
e depois postaram nas redes sociais. A menina passou a ser agredida verbalmente
na escola onde estudava, a repercussão das imagens fez com que ela mudasse de
escola, ainda assim a história a perseguiu nos corredores da nova escola, sem
conseguir aguentar a pressão, os xingamentos e as próprias imagens, a
adolescente se suicidou em abril de 2013, aos 17 anos. Os casos são muitos e
segundo a Agência Fiocruz, o suicídio tem aumentado entre vítimas de
cyberbullying.
A questão
é extensa, o mundo virtual abre um leque de possibilidades que acabam sendo mal
usados, casos como o da estudante Rehtaeh Parsons retomas as discussões sobre
como identicar e punir os agressores, a cidade onde ela vivia foi uma das
primeiras a estabelecer leis contra o cyberbullying e criar uma delegacia
especializada no assunto, na tentativa de tentar conter uma prática tão abusiva
que só tem crescido, mas as identificações, punições e criações de leis a
respeito ainda são muito vagas e incompletas.. Adolescentes, crianças, até mesmo
famosos são vítimas de agressores que se julgam protegidos pelo anonimato e até
mesmo de páginas inteiras que julgam estar apenas brincando sem ter ideia do
mal que estão fazendo, os efeitos só as vítimas conhecem e muitas delas –
infelizmente – não sobrevivem para contar.
Maggie Paiva
FONTES:
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Convergindo e cavando
Posted on 1:16 AM by Unknown
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Vivemos um tempo de participação. Usuários utilizam as ferramentas que dispõem para construir suas próprias histórias e contá-las para o mundo.
No texto que li para realizar esse textículo chegamos a conclusão de uma coisa: as coisas mudaram. Mas não mudaram apenas em questões de participação, mas também, em questões de compartilhamento e novos conhecimentos.
Henry Jenkins famoso estudioso sobre os efeitos da convergência midiática sobre nossas vidas, aponta diversos benefícios desse panorama - que não irei apresentar por completo, para que você pesquise mais sobre o tema -.
A proliferação das opções de mídia e as formas alternativas de entretenimento caseiro (internet, DVD, computador, vídeo games e celulares) fornecem inúmeros pontos de contato com o consumidor. Como não relacionar essa passagem com o atual momento cinematográfico de super heróis, no qual as produtoras conseguem relacionar seus títulos em diversas mídias, contando a mesma história e arrecadando mais fãs diariamente.
Apresentamos anteriormente o conceito de narrativa transmídia, que pode ser melhor entendido como "uma história que se desdobra em várias múltiplas plataformas, na qual cada texto novo faz uma contribuição para o todo".
No mais, acostumemo-nos, pois, assistir a um filme, ler uma revista em quadrinhos ou jogar um vídeo game nunca mais serão as mesmas coisa diante das novas possibilidades de acesso e acompanhamento de uma narrativa.
Por Lucas Bernardo Reis
Me ajudaram:
JENKINS, Henry. (2006) Where Old and New Media Collide. NYU Press
MATSUZAKI, L. Y., Jenkins: a cultura da participação
No texto que li para realizar esse textículo chegamos a conclusão de uma coisa: as coisas mudaram. Mas não mudaram apenas em questões de participação, mas também, em questões de compartilhamento e novos conhecimentos.
Henry Jenkins famoso estudioso sobre os efeitos da convergência midiática sobre nossas vidas, aponta diversos benefícios desse panorama - que não irei apresentar por completo, para que você pesquise mais sobre o tema -.
A proliferação das opções de mídia e as formas alternativas de entretenimento caseiro (internet, DVD, computador, vídeo games e celulares) fornecem inúmeros pontos de contato com o consumidor. Como não relacionar essa passagem com o atual momento cinematográfico de super heróis, no qual as produtoras conseguem relacionar seus títulos em diversas mídias, contando a mesma história e arrecadando mais fãs diariamente.
Apresentamos anteriormente o conceito de narrativa transmídia, que pode ser melhor entendido como "uma história que se desdobra em várias múltiplas plataformas, na qual cada texto novo faz uma contribuição para o todo".
No mais, acostumemo-nos, pois, assistir a um filme, ler uma revista em quadrinhos ou jogar um vídeo game nunca mais serão as mesmas coisa diante das novas possibilidades de acesso e acompanhamento de uma narrativa.
Por Lucas Bernardo Reis
Me ajudaram:
JENKINS, Henry. (2006) Where Old and New Media Collide. NYU Press
MATSUZAKI, L. Y., Jenkins: a cultura da participação
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